Confessionário dos Desejos

Fantasias reais ganham vida

O Confessionário dos Desejos é uma série audiovisual onde fantasias reais ganham linguagem, sentido e legitimidade. Um espaço coletivo onde descobrimos que nosso desejo não é “anormal”, nem um problema a ser resolvido. Iluminamos o que nos ensinaram a esconder. Fantasiar intencionalmente nos torna autores da própria história.

Ensaiamos o que fazer, com quem fazer, quando e como, e assim criamos narrativas mais éticas e futuros possíveis com muito mais prazer.

O que é

Inspirado no livro Desejo, de Gillian Anderson, uma coletânea de relatos íntimos enviados por mulheres do mundo todo, o Confessionário nasce do mesmo impulso: criar um espaço seguro onde pessoas reais possam revelar o que sentem, o que imaginam e o que temem, sem julgamento e sem moralismo.

 

Hoje, o Confessionário existe como série em vídeo no YouTube e Spotify com quadro contínuo nas redes sociais, alimentado pelas confissões que chegam diariamente no Tiktok e Instagram.

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Temporadas

O projeto parte de uma premissa simples e profunda: todo mundo carrega uma pergunta secreta sobre sexo. E quando essa pergunta encontra espaço, algo se desloca. Nasce compreensão, nasce desejo, nasce autonomia.

Existe um jeito certo de sentir tesão?”, “Será que tem algo de errado comigo?”, “Por que tenho vergonha de falar de sexo?” 

Essa é a temática da primeira temporada que foi ao ar em novembro de 2025.  Aqui, o objetivo é desfazer a sensação de inadequação. É desejo ou condicionamento? É vergonha mesmo ou é tentativa de controle sobre corpos e subjetividades? Essa é a primeira virada: reconhecer que não se está só.

Quem é
ASubversiva

Asubversiva é a personificação do erotismo no seu sentido filosófico: entretém, instiga, informa e mobiliza. Criada para mediar a pessoa e seu próprio repertório interno, facilitando o encontro com suas capacidades de sentir, se autorizar, validar e comunicar, para viver uma sexualidade que respeite a própria história e subjetividade.<br>

Pensada para potencializar vidas: ela educa porque desarma certezas, produz curiosidade e carrega uma dimensão imaginativa que amplia o campo do possível.

Um movimento afetivo e capaz de transgredir as fronteiras do que é considerado legítimo saber.

Aqui o erótico é linguagem, ele atua como potência de criação de sentido, deslocando códigos morais e abrindo espaço para a consciência crítica.

O conhecimento também nasce do desejo, do prazer e da subversão.

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